A erva-mate do MATTEA nasce em um dos últimos grandes contínuos de Mata Atlântica. Um território onde a floresta ainda resiste.
A Mata Atlântica já ocupou uma extensa faixa do território brasileiro.
Hoje, o que resta é fragmentado — e, em muitos casos, insuficiente para sustentar toda a sua diversidade.
A Grande Reserva da Mata Atlântica concentra uma das maiores áreas contínuas remanescentes desse bioma. Um território onde ainda é possível encontrar equilíbrio entre floresta, água, biodiversidade e presença humana.
Aqui, diferentes formas de vida coexistem — e dependem dessa continuidade. É nesse contexto que a erva-mate é cultivada. À sombra das árvores nativas, em sistemas que mantêm a floresta em pé. Um cultivo que não substitui o ambiente — faz parte dele.
Consumir erva-mate agroflorestal é também uma forma de preservar esse território. Um modelo que valoriza a permanência da floresta,
ao invés da sua remoção. Porque, hoje, cada área contínua importa.
MATTEA transforma esse território em infusão. Uma forma simples de acessar essa origem. O resultado é uma bebida que carrega mais do que sabor, contempla a complexidade de estimular um ambiente vivo.
Este projeto foi desenvolvido com o apoio do edital Teia — Produtos e Serviços da Natureza, da Fundação Grupo Boticário em 2024.
O que ainda existe, precisa continuar existindo. © Mattea.
